Sexta Meia Noite

Sextacast 184 – Stranger Things 2

5/5 (2)

Coisas estranhas estão acontecendo!

Sim, queridos ouvintes… Marlon Master, Evandro Sal e Dayana Sartório, maratonaram o Mundo Invertido tão rápido, mas tão rápido que tudo ficou bem estranho na vida deles.

Nesse programa não falamos tudo que queríamos sobre a segunda temporada dos trecos bizarros, do contrário vocês teriam um programa de 200 horas, mas falamos algumas coisas…

Descobrimos ao assistir essa temporada que devoradores de mente existem em muitos lugares, que demogorgons podem estar na lata do seu lixo e que Marlon é fã boy (opa, isso já sabíamos!).
Tudo isso e muito mais nesse stranger programa!

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Ser da Meia-Noite

  • Alberto R

    Gostei muito dessa segunda temporada de Stranger Things! Mesmo clima da primeira só que mais expansiva. Ótima!
    Uma coisa que incomodou às vezes foi o uso das músicas. Não sobre a qualidade das mesmas ( pelo menos duas bandas que tocam ali estão no meu TOP 10 de bandas prediletas ), mas parece que tinha horas em que eles simplesmente “jogavam” as músicas sem nenhum sentido em um tipo de síndrome “Esquadrão Suicida”, sobretudo nos episódios dirigidos por Shawn Levy. Enquanto ao episodio filler da Eleven não me incomodou, achei OK.

    Abraços.

    • Olá, Alberto!

      Rapaz…você falando agora…é verdade! Algumas músicas parece que foram jogadas mesmo. Estávamos no meio de uma tensão e pá! Música do nada.
      Mas sabe que não me incomodou. Talvez fosse para quebrar a tensão mesmo. Terei que rever para sentir esse incômodo.

      Obrigada pelo teu comentário!

      Abraços!

  • Michele Andrade

    Eu tb amaria um programa com 200 horas!

    eu adorei a primeira temporada e mais ainda a segunda.
    Stranger Thinks pra mim é uma mistura de Goonies com It!
    amo tudo que envolve anos 80, então é fácil gostar da série.

    Essa temporada ofuscou todas as outras séries recém lançadas (na minha opinião).

    Eu deixei de assistir Mr. Robot e Mind Hunter pra focar em Stranger Thinks.
    é muito amô!!!!

    bjo gentem adoro vcs!

    • Marlon Master

      Muito bom, Michele! EU tbm como grande fã dos anos 80 adoro esse tipo de série, mas termine Mind Hunter é boa tbm rsrsrsrsrs. E os Goonies é demais né, uma obra prima do cinema. Abço 😉

    • Olá, querida Michele!

      Mistura de “It” com “Goonies”, hummmm…boa!

      Obrigada pelo teu comentário e por estar sempre presente.
      Acredito que essa série ofuscou tudo mesmo. É devorador assistir! Devorador de Mentes! =0

      Abraços!

  • Outro ponto positivo da segunda temporada: as tais “referências” não foram forçadas que nem na primeira. Saudosismo, ou o seu eufemismo “nostalgia”, não é pra mim, prefiro viver no presente.

    Sobre o Bob, amei o personagem, mas esse negócio de sofrer por causa da morte dele foge da minha compreensão. É uma ficção, não um documentário. Fiquei mais triste por saber que na terceira temporada o Oberdan Júnior não estará mais presente. </3

    Enfim, meu comentário final. Espero que este evento raro de tantos comentários meus no Sexta-Noite não tenha sido um problema para vocês. Quanto à terceira temporada, espero que seja tão boa ou melhor que a segunda, que apareça novos números e que não volte ao nível da primeira. Fora isso, não tenho nenhuma expectativa.

  • A Dayana, e depois o Marlon, ficar chamando a Onze de “eleven” foi muito mais incômodo que qualquer “polêmica” dita pelo próprio Marlon. Isso que foi completamente desnecessário, além de não fazer sentido nenhum em português. A Jane é chamada de Onze exatamente pelo número que ela tem no braço. Quem é que lê um número em outra língua? O 6 neste frase é “seis”, não faria nenhum sentido ser lido como “six” em uma frase em português. “O óbvio é a verdade mais difícil de se enxergar.”

  • Também amei o episódio 7. Foi uma excelente quebra de ritmo para não ficar na mesmice de uma história só por temporada que teve na temporada anterior. Não só nesse episódio, em outros também há subtramas que ajudam a temporada não ser unicamente uma história, apesar de todo o foco na trama principal. Adorei ver a Oito e a Onze juntas, e a Onze tendo que “largar” sua irmã para ajudar os seus amigos. Aliás, no final desse episódio é mostrado que ele não se passa depois do episódio 6, mas durante, o que foi um toque de gênio do(s) roteirista(s)! Espero que na terceira temporada apareçam mais números, porque eu fiquei na vontade. São mais nove, já que a Jane foi a última.

  • Não acredito, Marlon, o começo da segunda temporada foi “maçante”? Eu escrevi que foram episódios fracos, mas “maçante” é um termo bem melhor para eu definir o começo da primeira temporada, a segunda foi bem mais ágil, com os personagens mais bem fundamentados e a história menos corrida e mais densa, com mais conteúdo. Engraçado como temos opiniões tão opostas, né? XD

  • Como eu falei no meu relato, a segunda temporada melhorou os personagens, ou seja, uma ótima evolução dos personagens, inclusive, os personagens que estrearam nessa temporada! Agora, não percebi alteração na interpretação dos atores… Bem, não dos originais, mas os atores de voz brasileiros foram ainda melhores! Como vocês já devem saber, eu amo a versão brasileira, principalmente pelo apreço que possuo pelos atores brasileiros. E os dubladores estão impecáveis! O meu preferido desde a primeira temporada é o João Victor Granja, e foi muito bom ouvir o Victor Hugo no Will, já que ele ficou sumido na temporada anterior. Fora Charles Emmanuel, sempre excelente. E o Oberdan Júnior que tinha parado de dublar? Foi uma grande e deliciosa surpresa ouvi-lo no Bob! Também destaco Isabele Cunha na Onze, ou Jane, Arthur Salerno no Mike, Miriam Ficher na Joyce, Maurício Berguer no Hopper e… são esses que lembro agora de cabeça sem ter que pesquisar, mas os que não citei também foram maravilhosos! Caraca, outro comentário gigante. XD

  • Como as coisas mudam, né? Não sei se vocês se lembram, mas ano passado eu comentei aqui (quando o sistema de comentários não era bom) que não tinha visto essa série, nem pretendia ver, já que as séries da Netflix não me agradavam. Bem, meses depois desse comentário eu resolvi ver a primeira temporada. Por que não? Os primeiros episódios eram bem fracos, com vários personagens desinteressantes, mas depois comecei a gostar de como tudo se encaminhava, e terminei a temporada pensando: não era tão ruim como eu pensava, mas também não é tudo isso que falam. Agora, estreou a segunda temporada quando eu nem lembrava mais dessa série (que contagem regressiva que teve nas redes sociais? Não vi nada do tipo. XD), e eu resolvi ver de novo. Então, uau! Agora, sim, essa série parece tudo isso que falavam desde ano passado, ao contrário da primeira, essa segunda temporada já começou forte, melhorou os personagens e os monstros que já eram bons da primeira e ainda acrescentou novos personagens tão cativantes quanto, sem falar na história que ficou muito mais interessante! Eita, até que ficou grandinho este meu relato. rs

    • Evandro Saldanha

      Olá Danil, realmente o bom nesses programas é que podemos nos expressar e de retorno saber as impressões dos ouvintes. obrigado por compartilhar as suas. te esperamos nos proximos. um Abraço do sal.

      • Nos próximos eu tento escrever menos. rs

        Abraço do açúcar! Desculpa, não resisti. >.<

    • Olá, Danil! Obrigada pelo teu comentário.

      Creio que tua opinião sobre idiomas é cultural. Respeito tua preferência em assistir em português, assim como eu prefiro ver a série em inglês. Não sei se chegou a ver um episódio em inglês para embasar teu comentário sobre minha preferência (eu assisti em português também), mas talvez, dessa maneira veja que minha preferência em Chamar Jane de Eleven tem base, já que as crianças a chamam dessa maneira.

      Mas claroooo que isso são apenas detalhes e são irrelevantes para nossa opinião sobre a série, certo?

      Oberdan Júnior foi saudosista sim em redublar Sean Astin, achei delicado da produção o gesto e uma pena sabermos que não estará nos próximos.

      Em falar em Bob…bem…também é questão cultural. Alguns se envolvem com arte apresentada, outros não. Isso também é normal. Eu sou manteiga derretida (já comentei em outros programas), choro até hoje se assisto “O Rei Leão”, (sei que é animação fictícia, sem relação com a realidade) são apenas questões emocionais, culturais e sociais.

      Sobre tudo que disse sobre a série em si…concordo! As coisas mudam com o tempo. E também quero ver “mais números” nessa história! Que apareçam todas as irmãs e irmãos. Hehehe!

      Abraços e até a próxima.

      • Você respondeu a todos os meus comentários em um só, mas tudo bem. XD Não sei se entendi a questão cultural da minha opinião, refere-se ao imperialismo cultural? Você diz que assistiu em português, mas em português as crianças chamam a garota de Onze, não de “eleven”, só em inglês elas falam 11 em inglês. Obviamente é sua preferência, mas não tem base nenhuma. Acredito que você não tenha entendido quando eu escrevi que números são lidos no idioma de quem está falando, não em outros. Ao falar ou escrever em espanhol eu refiro-me ao 2 como Dos, não em outro idioma. Não entendi a dificuldade de entender isso…

        Não sei se esses detalhes são irrelevantes, mas pra mim é incômodo, dá-me certa agonia essa mistura desnecessária de idiomas.

        O Bob é só gosto, mesmo. Eu que sou uma rocha e não costumo chorar com arte. Aliás, Rei Leão nem me agrada, não me é um bom filme. XD E longe de mim dizer que todos precisam ser insensíveis como eu!

        Abraço, até o próximo episódio do Sexta Meia-Noite.

  • Ricardo Rocha

    Amaria um programa de 200 horas… rsrsrs… muito bom como sempre.

    • Marlon Master

      Cara rsrsrsr Eu fiquei tive até pesadelo comigo editando um programa de 200 horas kkkkkkkkkkkkk Abraço amigo!

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