Sexta Meia Noite

Sextacast 176 – Possessão

5/5 (2)

“Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau…?!”

No ar mais um Sextacast e dessa vez vamos falar do mal! Aquele mal que mora dentro de mim e dentro de você! Sim, caros ouvintes…você! Aliás, se você está em um relacionamento amoroso, nos diga…como ele está, hein?!

Nesse programa falaremos de beleza, de feiura,  loucura, de demônios, de possessão…! Uiii!

Marlon Master Dayana Sartório , receberam diretamente do República do Medo, o querido amigo Luiz Henrique – o LH, para debater essas e muitas outras loucuras que acontecem nessa vida bandida e doida!

Preparem-se amigos!
Olhe para um lado, olhe para o outro e confira se você está sozinho mesmo ou acompanhado de alguma entidade…!

COMENTADO NO PROGRAMA

RdM – Cast

TRAILER

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Ser da Meia-Noite

  • Débora da Hora

    Gente, como empatia com ele desde o início ? Sempre me identifiquei com a Anna. Parece um relacionamento tão abusivo, tão bizarro.. Acho que todo mundo se identifica em algum momento com isso.

    • Que bacana de comentário…por que se identificou com Anna? Fala da questão dele não aparentar ser tão presente como parecia? Explique melhor! Quero entender isso!

      Até breve, Débora!
      Beijos!

      • Débora da Hora

        Sim, Dayana. Na primeira conversa deles, em frente ao conjunto de apartamentos, parece que ele tenta suprir coisas que não cumpria, dizendo que ia levar o filho pra o Zoológico, como se isso fosse resolver algo.. Não sei explicar exatamente, mas é como se eu estive no lugar dela, tendo alguém como parceiro, que não parece entender o que se passa de errado, e acha que tudo pode ficar bem com um piscar de olhos.

        Enfim, não sei se o que falei foi tão confuso kkk Mas esse é um dos meus filmes favoritos. É maravilhoso saber que pessoas falam sobre ele.

        Adoro vocês 💙 e desculpem o longo comentário.

        • Fui rever para te responder…

          Hum…ela até deixa ele falando sozinho, certo?
          Tenho a impressão que ele é ausente mesmo. Talvez usou o trabalho como desculpa, mas fato é que não é presente e isso justifica mesmo o restante do filme. Afinal, ele para o trabalho, começa a “conviver” com eles, mas parece não saber o que está fazendo e isso também justifica e muito o final do filme.

          Gostei, hein?! Abriu outra possibilidade na minha mente!

          Obrigada, Débora! É também um dos meus filmes favoritos!

          Beijos! =)

          • Débora da Hora

            Exato. Até quando ele vê o vídeo em que a Anna fala o que sente (mostrando como tudo aquilo foi tão confuso pra ela), ele parece só julga-la, dizendo que ela não era o que parecia ser. Acho que ela não era o que ela queria que fosse, e ele não conseguia compreender as coisas além da sua forma de visão.

          • Dayana Sartorio

            Puxa! Verdade! Concordo muito com você!

            Isso justifica também o final…o porquê dela ter idealizado um “monstro” com todas as características dele. Creio que ela o amava, mas materializou para si o que ela realmente queria…um homem que a compreendesse e a amasse.
            Estou enxergando dessa maneira depois da tua explicação. Não sei ainda se estou correta.

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